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Intercâmbio e Cursos para Estudar e Trabalhar na África do Sul

Cape Town

Ariel Ferreira

Acho que não poderia ter escolhido um lugar melhor para esse intercâmbio!

A primeira dúvida em relação a África do Sul, assim que decidi, foi sobre a segurança. Imediatamente já tentei entrar em contato com brasileiros que moram lá ou fizeram intercambio para saber sobre como é! Mas quando cheguei lá, a única coisa que eu realmente me preocupei foi com os babuínos. Eles são realmente perigosos, hahahaha.

Já fica a dica, muito cuidado com os babuínos e se tiver comida e eles por perto, entregue antes deles irem buscar, caso contrário, eles vão atacar.

A minha host family sempre falava para eu não pegar trem após as 18 horas porque era perigoso, mas não senti nenhuma insegurança. Peguei trem depois desse horário umas 3 vezes e foi bem tranquilo.

Outra duvida foi sobre os 11 idiomas oficiais. Apesar do intercâmbio ter sido em Cape Town, conheci várias outras cidades na África do Sul, e cada uma tem um predomínio maior de uma língua, mas 90% das pessoas em todos os lugares que estive falavam inglês.

Um choque foi o sotaque rsrsrs, eu cheguei lá com um inglês extremamente básico e inglês americano. O que eles falam lá é o inglês britânico. Fui comprar água e pedi “uórer” e a atendente fez cara de ué hahah mostrei no cardápio e ela falou que era “uóta” hahhaha

Eu fui pra lá esperando calor, mas peguei uma temperatura média de 15°C. O vento na cidade é constante e muito forte, o que faz a temperatura cair bastante. Teve dias que fizeram 5°C. Em um único dia que fez calor de verdade, foi 38°C, deu praia heheh.

Eu tenho uma restrição alimentar, basicamente como arroz e frango. Frango existe em abundância lá, assim como KFC, McDonalds, Burger King com 500 opções com lanches de frango. Minha host family foi super solícita em sempre fazer frango pra mim. Arroz não é muito comum por lá, e não comem a quantidade que a gente come. É um tipo de acompanhamento, e falei que eu gostava de bastante arroz e sempre tinha mais heheh.

Só tenho elogios a host family. Cheguei na casa no domingo a noite e já me levaram para um show de jazz, super comum na cidade. No primeiro dia de aula a host mother me levou até a escola, me buscou e me explicou como eu pegava o trem pra ir pra casa, compramos o bilhete juntos. Como meu inglês era bem básico, ela viu que eu não entendi muita coisa e escreveu tudo no WhatsApp pra mim e usei o tradutor rsrs. E foi fazendo assim com muitas coisas. Sempre que era importante e ela via que eu ficava com cara de Ué ela escrevia rsrsrs

Em relação a Cidade do Cabo: frio hahhahaha. Mas uma cidade linda. Muitos turistas falam que é um pedaço da Europa no continente africano. Muitos brasileiros comparam com o Rio de Janeiro também, mas eu não consegui fazer essa ligação, é muito diferente. A cidade é cheia de turistas do mundo todo. Uma cidade moderna em alguns aspectos, falho em transporte público. Dependendo do bairro que você fica, não tem ônibus nem trem. Eu fiquei em um bairro que tinha fácil acesso ao trem, mas poucos ônibus. Usei e abusei do Uber e super recomendo. Lá existem “táxis” que são minivans e é meio que um transporte público, engraçado até. Enquanto tem espaço vai entrando gente. Tem “táxis” para todos os lugares da cidade, mas muito cuidado pra não pegar algum errado. Minha host family não recomendava pegar esse tipo de transporte.

As atividades que se tem para fazer por lá são inúmeras. Fiquei 28 dias na cidade e tem diversas coisas que não consegui fazer porque não deu tempo. Acho que não poderia ter escolhido um lugar melhor para esse intercâmbio.

As aulas na Good Hope eram das 9h às 12h40 e o que achei mais legal foi ter gente do mundo todo na sala. Na minha sala eram 2 brasileiros, 3 árabes e 1 angolana.

Na escola só pode falar inglês, e é bem ofensivo você conversar lá no seu idioma nativo. Eles tentam te ajudar em tudo que podem. Fiz 1 passeio de 4 dias com a escola, que foi a Garden Route. Super recomendo! Nesse roteiro tem um safári no Addo Park, que é a reserva que mais tem elefantes na África do Sul e o maior bungee jump de ponte do mundo.

Cheguei lá com um inglês muito básico, não entendia quase nada e 1 mês ficando lá voltei conseguindo conversar um pouco. O contato com as pessoas, passeios após a aula é fundamental para o desenvolvimento da linguagem.

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